- Press Releases
- Press Releases 2006
- 18/12/2006 - Capgemini alerta para a necessidade de uma nova abordagem na identificação e prevencão das ameaças à segurança pública
- 12/12/2006 - Capgemini implementa Meta4 Innova na CREDIBOM
- 04/12/2006 - A Parque Expo e a Capgemini Portugal assinaram um acordo para prestação de serviços de outsourcing durante os próximos 5 anos
- 27/09/2006 - Capgemini é distinguida com o Banker Technology Award 2006 graças a projecto de transformação de CRM no Czech Savings Bank
- 26/09/2006 - Capgemini está no Top Five mundial de fornecedores de serviços de Outsourcing
- 25/09/2006 - Relatório revela que a maioria das transacções actuais não está em conformidade com os standards do sepa
- 30/08/2006 - Capgemini e Comissão Europeia colaboram na medição do eGovernment
- 30/06/2006 - Portugal volta a posicionar-se acima da média europeia no desenvolvimento de serviços públicos on-line
- 26/06/2006 - Consumidores cada vez mais informados obrigam a uma mudança substancial no processo de venda de um automóvel
- 22/06/2006 - Milionários demonstram maior agressividade na carteira de investimentos
- 19/04/2006 - Capgemini implementa Meta4 Innova na ESEGUR
- 05/04/2006 - Novas opções de Sourcing da função IT geram valor para o negócio
- 23/03/2006 - Preços de serviços bancários diminuem 1,5%
- 15/03/2006 - Executivos internacionais do sector energético acreditam que 2006 será o ano da consolidação
- 06/03/2006 - General Motors assina parceira estratégica com Capgemini para Programa de re-sourcing de TI decisivo
- 01/03/2006 - Portugal no TOP 5 da Capgemini
- 01/02/2006 - Capgemini aposta em Recursos Humanos
- Press Releases 2006
O relatório está disponível para consulta, em língua inglesa.
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O Livro Branco publicado pela consultora sublinha a importância da colaboração
em estratégias de recolha de informação privada
Lisboa, 18 de Dezembro de 2006
De acordo com um Livro Branco publicado pela Capgemini, as
estratégias de recolha de intelligence estão a ser travadas por sistemas de TI
insuficientes. O relatório destaca que a intelligence e a colaboração são as
nossas armas mais potentes na luta contra as ameaças globais e na preservação
da
nossa segurança pública. No entanto, o relatório revela que os governos e as
agências de segurança pecam por não terem as ferramentas que lhes permitam
maximizar do uso dessa mesma intelligence, em grande parte devido às lacunas na
forma como é recolhida e partilhada a informação entre as diferentes
organizações.
A segurança nacional está dependente de haver informação
correcta, no local certo e à hora certa, conclui o mesmo relatório. No entanto,
porque muitos dos sistemas utilizados pelos diferentes governos, agências e
departamentos governamentais não estão interligados entre si, existem grandes
barreiras a impedir que esta informação se transforme em intelligence.
Jaap Roos, Director na Capgemini, explica que “nenhum radar ou
satélite consegue identificar duas pessoas que se encontram num local privado
ou
público para falarem sobre um acto terrorista. Por isso, não havendo fronteiras
claras e nem linhas de combate ou objectivos, a informação é a nossa maior arma
de defesa. Para combater ameaças à segurança, o ritmo de recolha da intelligence
deve reflectir o ritmo a que estes ataques, nas suas várias formas, são
planeados. Se queremos ganhar a batalha contra o terrorismo, os governos e as
agências devem tornar-se cada vez mais ágeis, isto é assegurar que os sistemas
com informação sobre os presumíveis terroristas podem comunicar e cruzar dados
de forma rápida e eficiente.”
Um dos cenários descritos no Livro demonstra que a informação entre os vários governos e agências é apenas uma peça do puzzle. Elementos díspares dessa informação podem demonstrar que:
- A encontrou-se com B.
- B teve uma conversa telefónica com C.
- C está envolvido com D num acidente automóvel
- A e D nasceram na mesma cidade
- Impediram a passagem de C na fronteira porque tinha um visto falsificado.
- B comprou uma arma de fogo.
- D desapareceu durante dois anos no Afeganistão.
- A e D comunicaram via e-mail com E, que é suspeito de ser terrorista.
- A trabalha numa mina, de onde foram roubados explosivos.
No entanto, se não existe cooperação entre as fontes desta
informação, ela tenderá a parecer irrelevante ou a ser ignorada e
consequentemente a não ser utilizada na prevenção de uma potencial ameaça.
Jaap Roos conclui que “a colaboração entre os sistemas
utilizados por aqueles que se preocupam com a segurança nacional é a única
maneira de maximizar a utilidade da informação e convertê-la em informação
privada partilhada. O progresso nas novas tecnologias tem continuado a avançar
mas o seu ritmo de absorção é demasiado lento para assegurar que conseguimos
mitigar as ameaças que enfrentamos. Essas ameaças não dão sinais de
esmorecimento e, quanto mais tempo demorarmos a avançar para esta convergência
de informação, mais oportunidades oferecemos aos terroristas de ganharem
vantagem. A grelha de informação privada é a abordagem da Capgemini no sentido
de auxiliar o sector público na construção de uma arquitectura de colaboração,
necessária ao combate e prevenção de ameaças à segurança. nacional.”
Governo Italiano: o exemplo desta abordagem.
O
Ministério da Administração Interna italiano iniciou um projecto de smartcard
biométrico com a Capgemini, no valor de 3 milhões de euros, com o objectivo de
melhorar a segurança interna do país.
No início de um novo clima de
ameaças globais à segurança, as autoridades italianas necessitavam de uma
solução que possibilitasse um maior controlo sobre os visitantes que chegam a
Itália. Tendo contratado a Capgemini para auxiliar neste projecto, a
implementação de um smartcard e-residence para os visitantes teve início em
Setembro de 2005 e entrou em funcionamento total após um período experimental
de
seis meses.
O Ministério da Administração Interna italiano será agora
capaz de emitir um smartcard a cada visitante e de levar a cabo verificações
pontuais para comprovar se o indivíduo que tem o smartcard é efectivamente o seu
proprietário. A Polícia e os oficiais de fronteira levarão a cabo verificações
de identidade, através do uso de equipamentos específicos que comparam a
impressão digital de um indivíduo com a que consta do cartão.
O
smartcard, também conhecido como licença e-residence está em conformidade com
o
Cartão de Identidade Electrónico italiano. Dados pessoais, duas impressões
digitais e uma fotografia são armazenados no microchip e na banda óptica. O
cartão está em conformidade com a norma ISO 7810.
De acordo com Jorge
Martins, responsável do Sector Público na Capgemini Portugal “Este é um
projecto exemplar, visto que é a primeira vez que um documento electrónico é
distribuído por todo o país. Demorou apenas seis meses a entrar em funcionamento
de forma, não só a que o retorno do investimento fosse imediato, mas a
possibilitar uma rápida melhoria das condições de segurança interna.”
O projecto inclui toda a planificação, o desenvolvimento das
infra-estruturas e os módulos de comunicação, que possibilitam a colaboração
entre as entidades governamentais. Engloba, igualmente, o hardware e outros
equipamentos e cria, em particular 1.000 postos de trabalho em esquadras de
polícia equipadas com tecnologias de obtenção e verificação de impressões
digitais, impressoras para entrega de PINs e camâras, bem como formação e
funções de helpdesk.

