- Press Releases
- Press Releases 2004
- 22/11/2004 - Consumidores são a chave do sucesso para a Indústria Automóvel
- 17/11/2004 - Sector energético europeu preocupado com a segurança no abastecimento
- 16/11/2004 - Capgemini assina contrato de 1,6 biliões de euros com a Schneider Electric
- 15/11/2004 - Eu navego seguro com a Capgemini
- 25/10/2004 - Preço elevado continua a inibir maior utilização dos serviços móveis
- 14/09/2004 - Paula Rodrigues é o novo reforço da Capgemini
- 09/08/2004 - Receios de "dar o salto" para o outsourcing são infundados
- 02/08/2004 - Capgemini Portugal forma professores da ANPRI em Linux
- 21/07/2004 - Capgemini e Microsoft reforçam aliança global
- 15/06/2004 - Milionários aumentaram a nível mundial (7,5%) e Portugal não é excepção
- 26/05/2004 - Capgemini Portugal debate o enquadramento da Formação no novo Código do Trabalho
- 24/05/2004 - Capgemini cria empresa de serviços para o sector energético
- 18/05/2004 - Capgemini Portugal cria "Profissionais de Corpo Inteiro"
- 17/05/2004 - Jorge Baião é o novo Principal de Consulting Services da Capgemini Portugal
- 12/05/2004 - Capgemini Portugal seleccionada para simplificar o Modelo de Funcionamento dos Processos de Suporte da Polícia Judiciária
- 18/04/2004 - Capgemini Portugal lança novo módulo para o Sistema Integrado de Gestão
- 15/04/2004 - Novo estudo revela mudanças profundas no mercado da consultoria
- 05/04/2004 - Capgemini apoia a Brisa na optimização dos seus processos de trabalho
- 02/04/2004 - Capgemini Portugal inova nos leilões virtuais de Formação em Tecnologias de Informação
- 31/03/2004 - Capgemini Portugal implementa solução de gestão de redes da Micromuse na Cabovisão
- 29/03/2004 - Capgemini apresenta estudo sobre os modelos de pricing da Banca de Retalho
- 26/03/2004 - Capgemini Portugal aposta no reforço estratégico do Departamento de Formação
- 27/01/2004 - Capgemini revela abrandamento do e-Government na Europa
- 13/01/2004 - Capgemini Portugal desenha o modelo da Comunidade Urbana do Vale do Sousa
- Press Releases 2004
De acordo com o estudo encomendado pela Comissão Europeia, os serviços públicos
electrónicos orientados para os cidadãos continuam abaixo dos serviços
orientados para as empresas.
A Capgemini acaba de
lançar os resultados do seu quarto estudo sobre a utilização de Serviços
Públicos Electrónicos na Europa. O relatório, encomendado pela Comissão
Europeia, analisa o progresso da Europa no que concerne ao fornecimento de
serviços públicos básicos on-line prestados aos cidadãos bem como às empresas,
nos 15 países membros da União Europeia, e ainda na Noruega, Islândia e
Suiça.
Este estudo revela que embora a adopção do e-Government continue a
crescer, o ritmo desse crescimento abrandou entre 2002 e 2003. Nesse período,
o
nível de sofisticação on-line aumentou 7%, estando actualmente nos 67%,
contrariamente aos 60% de 2002 e aos 45% de 2001. De entre todos os países
analisados, destaca-se a Áustria que registou o maior progresso, entre 2002 e
2003.
Em 2003 o progresso do número de serviços públicos disponíveis
on-line foi tal que este deixou de ser o indicador principal do estudo tendo
sido introduzido um novo indicador: o número de serviços integralmente
disponíveis on-line. Tendo em conta este indicador, pela análise do progresso
na
Europa, verifica-se que 45% dos serviços estão integralmente disponíveis
on-line. Lideram nesta área, a Alemanha, a Áustria e a Suiça.
Antes de
2002, só a Alemanha, a Suécia, a Irlanda e a Finlândia demonstraram progressos
no sentido de disponibilizar serviços on-line com interacção nos dois sentidos.
Actualmente, quase todos os países observados apresentam um nível médio de
sofisticação on-line dos serviços públicos a progredir da interacção num único
sentido (do governo para os utilizadores), para a interacção nos dois
sentidos.
O estudo tem por base vinte serviços públicos básicos, oito
para cidadãos e doze para empresas e o nível de interacção vai da mais simples
informação on-line às mais complexas transacções electrónicas. Os serviços
públicos foram agrupados nas quatro áreas-chave seguintes:
·
Geração de Receitas: serviços de pagamentos ao governo efectuados pelos
cidadãos e empresas (sobretudo impostos e contribuições);
·
Registo: serviços relacionados com o registo de dados resultantes de
obrigações administrativas (nascimentos, óbitos, casamentos);
·
Retornos: serviços fornecidos pelo governo aos cidadãos e empresas tais
como o reembolso de impostos e contribuições (ex: bibliotecas
públicas);
· Autorizações e licenças: documentos
fornecidos pelas entidades governamentais relativos a licenças de construção,
início de actividade, etc.
Mais uma vez, registou-se em quase todos os
países um crescimento nos serviços on-line orientados para as empresas superior
ao verificado nos serviços on-line orientados para o cidadão. Os serviços para
empresas alcançaram uma pontuação total de 79% para a sofisticação on-line,
sendo que 63% estão integralmente disponíveis on-line. Os serviços para os
cidadãos ficam nos 58% de sofisticação on-line, sendo que 32% estão
integralmente disponíveis on-line. Mas tanto para os cidadãos como para as
empresas, os serviços que permitem a cobrança de impostos têm maior nível de
sofisticação que aqueles em que o governo fornece um serviço ao cidadão (p.ex.
licenças, registos).
O estudo da Capgemini analisa apenas os resultados
dos esforços de e-Government, no âmbito da disponibilidade on-line dos serviços
públicos. No futuro, a Comissão Europeia desenvolverá esforços para completar
os
resultados deste levantamento, de forma a obter uma perspectiva mais alargada
quanto a medidas de e-Government, como por exemplo, a integração entre serviços,
o conjunto de canais em que os serviços estão disponíveis, a abrangência dos
back-office, a efectiva utilização dos serviços e o impacto do e-Government nos
cidadãos e nas empresas.
De acordo com Stan Cozon, Líder Global da
Capgemini para o Sector Público “Decididamente, os países europeus
continuam a fazer um bom progresso no e-Government. No entanto, no que se refere
aos serviços integralmente disponíveis on-line, o quadro é ainda um pouco
pessimista. A Comissão Europeia irá encorajar os estados membros a aumentar o
número de serviços públicos disponíveis on-line, particularmente, os destinados
aos cidadãos.”
Notas:
O objectivo do estudo é fornecer
aos países da União Europeia um termo de comparação relativamente ao
desenvolvimento do e-Government e partilhar as melhores práticas. O estudo,
realizado pela quarta vez, no final de 2003, é um dos principais instrumentos
associados ao programa eEurope, lançado pela União Europeia com o objectivo de
proporcionar os benefícios da sociedade de informação a todos os Europeus. Os
critérios utilizados abrangeram o nível de interacção on-line e o número de
serviços públicos disponíveis on-line.
