- Press Releases
- Press Releases 2002
- 19/11/2002 - Cap Gemini Ernst & Young Portugal apresenta Sistema Integrado de Gestão
- 12/11/2002 - Liberalização do sector energético não é sempre sinónimo de preços baixos
- 14/10/2002 - Cap Gemini Ernst & Young Portugal patrocina Directions 2002
- 10/10/2002 - Indústria automóvel volátil e dominada pela incerteza
- 23/09/2002 - Empresas recorrem cada vez mais ao outsourcing
- 06/08/2002 - Cap Gemini Ernst & Young e RealNetworks parceiras no mercado das soluções multimédia
- 10/07/2002 - Cap Gemini Ernst & Young Portugal e Microsoft em Portugal formalizam parceria
- 04/07/2002 - Cap Gemini Ernst & Young Portugal dá "pontapé de saída" na formação a futebolistas
- 02/07/2002 - Sigma Systems entra em Portugal
- 26/06/2002 - Retalhistas e fabricantes de produtos alimentares disputam a supremacia do consumidor
- 17/06/2002 - Riqueza no mundo cresce 3% apesar da volatilidade dos mercados financeiros
- 09/05/2002 - Cap Gemini Ernst & Young Portugal e Profiles International parceiras
- 08/04/2002 - Cap Gemini Ernst & Young e EMC reforçam parceria em Portugal
- 06/03/2002 - Cap Gemini Ernst & Young melhor integrador mundial de OSS
- 25/02/2002 - Cap Gemini Ernst & Young Portugal conclui projecto de migração de dados no BES em parceria com a Crystal Systems Solutions
- 14/02/2002 - Cap Gemini Ernst & Young marca presença no GSM World Congress 2002
- 13/02/2002 - Domingos Soares de Oliveira assume direcção Ibérica da Cap Gemini Ernst & Young
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Sempre atenta às actividades empresariais e à oscilação dos mercados, a Cap
Gemini Ernst & Young, em parceria com a IDC, acaba de lançar um estudo que
revela o peso crescente do Transformational Outsourcing na estratégia de
gestão das empresas.
A Cap Gemini Ernst
& Young e a IDC apresentaram hoje os resultados de um inquérito
internacional, efectuado a 65 Executivos de Topo, sobre o peso do outsourcing na estratégia de gestão das suas empresas. O estudo conclui que
o recurso ao Transformational Outsourcing permite às empresas tornarem a
sua estrutura mais flexível, e portanto mais adequada às necessidades do
mercado, para além de garantir um maior enfoque no respectivo core
business.
Os principais resultados do inquérito indicam que:
- 88% das empresas inquiridas recorreram ao outsourcing para colmatar certas funções-chave de negócio ou de TI nos últimos 5 anos;
- 80% tencionam manter ou aumentar o capital afecto a despesas de outsourcing nos próximos 3 anos;
- Das empresas com elevados níveis de outsourcing, 67% consideram que os sectores em que actuam são altamente voláteis;
- 42% investiram mais em outsourcing nos últimos 5 anos, sendo que 60% fizeram-no para se concentrar no core business da sua empresa e 45% fizeram-no para se tornarem mais adaptáveis e flexíveis, para responder às mudanças do mercado.
- As empresas nos
sectores considerados como altamente voláteis gastam em média o dobro das outras
empresas.
Segundo Yves Le Gelard, líder do Global Outsourcing da Cap Gemini Ernst & Young, “estas conclusões constituem provas concretas de uma tendência que já tínhamos identificado. Na procura de mais agilidade e maior capacidade de resposta, empresas de todos os tipos têm projectos de outsourcing muito mais ambiciosos. Todos os inquiridos concordam que a volatilidade chegou para ficar. Esta volatilidade permanente acarreta novas oportunidades sem precedentes para as empresas capazes de responder com maior eficácia, e o Transformational Outsourcing é a chave do sucesso”.
Segundo este estudo, 79% dos inquiridos declararam que o outsourcing é a solução para transformar o negócio. Os líderes de negócio procuram o Transformational Outsourcing para serem mais rápidos e mais adaptáveis.
O peso do outsourcing na estratégia das empresas varia conforme a volatilidade do mercado em que estão enquadradas, sendo esta excepcional em sectores como os Serviços Financeiros, Energia & Utilities e Telecomunicações. Muitos dos pioneiros em estratégia de Transformational Outsourcing vêm destes sectores.
O inquérito revelou que as áreas mais sujeitas a outsourcing são: as aplicações 53%, as infra-estruturas 48%, o processamento de salários 38%, o service desk de TI 35%, e a logística 25%. Existe ainda uma fatia de 22% dos inquiridos que fazem outsourcing de todos os requisitos tecnológicos da empresa.
“Apesar da tendência internacional revelada pelo estudo, em Portugal a redução de custos ainda é o principal factor que determina a decisão pelo outsourcing. Contudo é crescente a procura por benefícios aliados ao aumento de flexibilidade e rapidez na adaptação às novas necessidades de negócio” declarou Samuel Tuati, Vice-President da Cap Gemini Ernst & Young Portugal.
Outras das principais conclusões do estudo internacional indicam que:
- A redução de custos não é o único (nem o mais importante) requisito dos gestores quando confrontados com uma proposta de outsourcing. Na realidade, o enfoque no core business é a primeira prioridade.
- Se os custos são neutros, a possibilidade de levar a cabo a transformação de negócio através do outsourcing também é um objectivo essencial.
- Ainda que o outsourcing de TI seja o segmento mais importante, o outsourcing de processos de negócio (BPO - Business Processs Outsourcing) tem o crescimento mais acentuado.
Factos sobre o
inquérito
A Cap Gemini Ernst & Young solicitou à IDC que realizasse
entrevistas com 65 Executivos de Topo de empresas, na Europa e América do Norte,
com mais de mil milhões de dólares de receitas em todos os principais sectores
de actividade.
